HOMENAGEM AO PROFESSOR

GALLAS

Antônio Gallas

O professor é um bravo!

Acorda ao raiar do dia,

Vai pra escola ensinar,

Com a maior alegria.

Muitas vezes vai a pé,

Porque não tem condução!

O que ganha é muito pouco

Mal dá pra alimentação!

E quando chega na escola

Vai logo sendo cobrado:

Corra pra sala de aula,

Que você tá atrasado

Vê sua frequência cortada

E a falta desse dia

Do salário é descontada.

O professor não tem folga

Ele está sempre ocupado

Tem provas pra corrigir

No domingo ou feriado.

Tanta ficha e caderneta

Ele tem que preencher

E num quadro esburacado

Também vai ter que escrever.

As férias do professor

Essas nem mais se fala

Se ele não tá planejando

Está na sala de aula.

São tantas as disciplinas

Que ele tem de lecionar

E já foi advertido:

Que não pode reprovar.

Os alunos não estão

Nem aí pro Português

E dizem com tal desdém

Pra que aprender inglês?

O professor paciente

Tenta a todos explicar

Que o inglês está presente

Em tudo quanto é lugar.

Os alunos displicentes

Não procuram aprender

Mas o tal “I Love you!”

É só o que sabem dizer.

É uma árdua missão,

Essa de ser professor

Mas ele nunca se cansa

E ensina com amor.

Da educação infantil

Ao curso superior

Todos vão ter que passar

Pela mão do professor.

Parabéns ao professor,

Mestre da educação

Que ensina com amor

Carinho e dedicação.

Eis aqui minha homenagem

A esta classe sofrida

Que com responsabilidade

Não descuida da sua lida. 

DIA DO PROFESSOR

Parnaíba (PI), 15 de outubro de 2017.

Com estes versos (cordel) de minha autoria quero aqui homenagear todos os meus colegas professores, verdadeiros heróis da educação brasileira!

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Histórias de Évora. Os novos voos do Poeta

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Hércules Amorim

Em novo rol de escritos, como sempre escancarados à crítica e imaginação de quem os lê, o escritor e poeta piauiense Elmar Carvalho nos leva agora a uma viagem de retorno a nossos primórdios, colocando em capítulos a forma, tonalidade e expressividade já demonstradas em outras obras de sua verve.

Trata-se de Histórias de Évora, a cidade imaginária onde personagens vivem intensamente os períodos mais belos e conflitantes –  ora felizes, ora tristes e mesmo hilários – das suas formações comportamentais e, principalmente, humanas. São histórias e estórias da pré até perto da pós-adolescência de jovens que não se contiveram em apenas ver a vida passar, mas colocaram nela molho apimentado, fatos e acontecimentos que, vivenciados, nos trarão à boca o licor da saudade.

Não dá para dispensar observação singular ao estilo. Constatar que Elmar alguma vez passou pelos bancos da escola Parnasiana, embora, modestamente, não se aprofunde ou guie-se pela construção fidelíssima de textos buscados e rebuscados. Por isso, a fazer aquilo que se torna pura expressão do antagonismo latente entre dois movimentos literários de peso: cai não só na linguagem bem apurada dos plenos sentidos, mas também no Romantismo, aliás bem apropriado à época em se desenrolam as histórias de sua fictícia – e tão concreta – Évora.

Elmar, à certa altura, nos deixa confusos sobre o personagem que ele próprio encarna. Mas no conjunto, fica evidente o que mais o retrata, especialmente para os que trafegam no seu cotidiano literário e no seu cotidiano de cidadão simples, mas, não raro, meticuloso. Os textos, com esmeradas narrações, deixam patente o simbolismo e sonoridade das palavras, como se cada uma represente uma imagem, uma foto. Não poderia ser diferente. Se em alguns parágrafos o leitor estranhar um possível exagero da forma, para melhor deduzir o conteúdo leia ou releia José de Alencar e veja se seria possível descrever a silhueta da Virgem dos Lábios de Mel sob a luz da lua cheia com apenas dois ou três adjetivos, e sem nenhum superlativo.

Os escritos, vezes eruditos, em Histórias de Évora, são colocados com o objetivismo ou a subjetividade necessários à narração dos eventos picantes, trágicos ou tragicômicos que vivenciaram seus protagonistas. São eles quase sempre sedimentados numa paixão efêmera ou naquele amor que de tão significativo tornou-se quase eterno, para eles e para nós, leitores. Podem se materializar à vontade no Marcos Mendes Azevedo, no Mário Cunha, no Fabrício e amigos, cada qual com sua personalidade e seu modo de se comportar nas histórias da cidade que, em determinado ponto, percebe-se, se compõe numa ampla faixa de terra sertaneja.

Como em toda obra de estrutura segmentada, alguns capítulos ou narrativas levam à preferência.  Como leitor, indico singular atenção ao “Dono do Céu” – com sua pernóstica lourinha, filha, pra variar, de um abastado comerciante -; o “Lendário Zé Lolô” – em sua indescritível feiura –; a “Balzaquiana”, de farta e bela memória –; e o impagável último “ Voo do Pardal”, se é que houve algum anterior.  Se houve ou não, fica para outra história, possivelmente em outra encarnação. Certo é que espocou manchete em “A Batalha”, periódico eborense, a despeito de que ainda hoje não se tenha notícia sobre a real situação e o quê de fato está por trás do mistério envolvendo o genial Eugênio, audaz criador de engenhocas que lhe carimbaram o apelido de “professor Pardal”, mais tarde somente Pardal.

Ademais, bebam, degustem e curtam o que de melhor nos revolve aos tempos da meninice e juventude por vezes sofridas, mas sadias, cheias de traquinagens, descobertas, namoros, flertes fortuitos, alegrias, saudades e gradual apuração da sexualidade. Tudo isso nos contando como eram diferentes os interesses dos jovens de há mais de três décadas, em particular a paixão pela leitura e o bom uso da palavra.

Que todos os leitores se instalem na sua própria Évora. E que Elmar Carvalho prossiga em suas viagens, sempre nos trazendo boas novidades.

* Hércules Amorim é jornalista

Mão Santa lança livro com reflexões sobre o amor, a vida e a família.

 

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O acadêmico Francisco de Assis Moraes Souza, o Mão Santa, lança às 17h dessa sexta-feira 13 na Federação das Indústrias do Estado do Piauí, região central de Parnaíba, seu mais novo livro, Para Daniela, após o seu Casamento, Carta do Pai Francisco.

Nesta obra, Mão Santa, que também é prefeito de Parnaíba, segundo o poeta Diego Mendes Sousa, trava exaltado um belo diálogo sobre o amor bem como sobre a família. O livro traz ainda ensinamentos preciosos, além da vasta visão de mundo do seu criador.

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“É uma missiva expressiva, tão valorativa quanto a dicção do jurista Rui Barbosa em Oração aos Moços, conclui Diego Souza. Mão Santa ocupa a cadeira número 10 que tem como patrono Francisco Ayres. Fonte: APAL. Fotos: web, APAL. Edição: APM Notícias.

 

De José de Freitas ao Arco-Íris

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De José de Freitas ao Arco-Íris

Elmar Carvalho

Atendendo convite do amigo Raimundo Lima, escritor e juiz aposentado, fui, em companhia de Fátima e minha irmã Maria José, visitar o seu sítio, localizado a 20 quilômetros da cidade de José de Freitas. Procurei sair cedo, para ter tempo de dar uma volta em seus diferentes logradouros, praças e ruas, a fim de recordar os tempos ditosos em que nela morei, quando tinha 14 anos de idade, e tudo me sorria, e a esperança habitava meu jovem peito. Como no dizer do poeta, as graças me iam à frente espalhando rosas e a estrada era verdejante e florida.

Primeiro revi o morro, no centro da cidade, que na época não tinha nome. Era simplesmente o morro, em cujo cimo se erguia um pequeno Cristo Redentor, de acolhedores braços abertos. Muitos anos depois, passaram a chama-lo de “do Fidié”, herói português; eu prefiro chamá-lo de Morro do Livramento, em homenagem ao antigo nome da cidade e às nossas lutas libertárias.

Não era poluído, como hoje, por várias antenas de telecomunicações. Eu o escalava por quase todos os lados, em companhia do Carlos, do Itamar e outros colegas de traquinagens. Quase nunca usávamos a escadaria. Quando precisei usá-la, aos 50 anos, o fiz de forma açodada, estugando os passos; mas logo senti o impacto da idade, e tive de me conter, para recuperar o fôlego. Era o prelúdio da velhice que já me acenava.

A santa – Nossa Senhora do Carmo, que eu pensava ser a do Livramento, padroeira da pequena e aprazível urbe – em seu imaculado manto branco nos acolhia. Ficávamos a seus pés, a conversar, enquanto olhávamos a paisagem ao longe e o movimento da cidade, então ainda pequena, pacata, mimosa e bucólica. Consternado, observei que a bela escultura apresentava uma crosta escura, não sei se apenas sujeira, ou se moradas de insetos, como cupins ou marimbondos, de fogo ou não. Urge que o poder público municipal ou a paróquia faça alguma coisa, para que esse belo patrimônio artístico não se arruíne de forma definitiva e irreparável. Ainda mais que é uma obra do grande escultor Murilo Couto.

Indo em direção à casa em que morei, perto da de dona Irá, mãe do Carlos, do Chico, do Nando e do Nonato, passei pelo teatro, que foi restaurado. Não sei a frequência com que é utilizado em apresentações artísticas e teatrais. Mas em 1970 ali cantaram Valdick Soriano e o piracuruquense Roberto Müller. Na frente havia o clube social e dançante, que já não existe.

Perto, mais precisamente na frente do cemitério velho, dito dos ricos, havia um campo de futebol, que ajudei a fazer, com o apoio do padre Deusdete Craveiro de Melo e o auxílio de garotos, meus colegas e vizinhos. Invadido pelas casas, não mais existe. Existe ainda a igreja de São Francisco, então inativa, e hoje restaurada e em pleno funcionamento. Foi construída por Cândida Cunha, uma das habitantes do pequenino campo santo, consoante li, menino, em sua lápide.

Para minha consternação, a casa em que morei, abandonada pelos proprietários, talvez em face de interminável inventário, já começa a se transformar em escombro. Perto dela ficava outro campinho de futebol, onde joguei diariamente, na posição de goleiro, que era favorecida pela areia fofa que então existia. Ali, garoto franzino, eu me esticava em ornamentais “voadas”, a imitar o Félix Miéli Venerando, o Beroso e o Coló. Era cercado por grandes e frondosas fruteiras. Também não mais existe, tomado que foi por residências e cercados. A casa e oficina de Zezé Barros, o melhor marceneiro de José de Freitas, lhe ficava defronte. Era ele um dos peladeiros, conquanto fosse bem mais velho que nós outros, moleques dos arredores.

Resolvi dar uma olhada no cemitério e no estádio, que tantas vezes vi em minha infância. São contíguos. Para minha profunda tristeza e decepção, a praça esportiva, que pensei ter passado por melhoramentos, está em situação deplorável, com o muro bastante deteriorado. O cemitério, ao menos no momento em que o contornei, tinha o aspecto de que fora esquecido pelo próprio esquecimento, como nos versos de Jorge de Lima. Abandonado talvez mesmo pela morte, a quem deve servir.

Retornando ao centro da cidade, vi o prédio onde outrora funcionou a famosa Casa Almendra, fundada pelo patriarca José de (Almendra) Freitas. Tinha várias filiais, e era uma das maiores firmas do Piauí em seu ramo de atividade. Algumas vezes vi o senhor Ferdinand Freitas em seu interior, em seus afazeres. Nessa época, idos de 1970, ela só possuía uma sucursal, em Teresina, se não incorro em equívoco. Para aumentar a minha nostalgia o Bar Glória, orgulho dos freitenses, esvaiu-se no tempo, e já não ostenta a sua glória passada, o moderno balcão frigorífico e seus saborosos picolés.

Emocionado com tantas lembranças, me pareceu enxergar o vulto do padre Deusdete, vestido em sua batina, entre as naves da velha matriz. E como arremate dessas lembranças contemplei o Ginásio Moderno Estadual Antônio Freitas, onde fiz o segundo ano ginasial na época em que o Brasil ganhou o tricampeonato mundial de futebol.

Recordei meus colegas e mestres. Nomeio alguns de meus velhos professores: Pe. Deusdete, Sebastião (colega de meu pai nos Correios), José Acélio Correia (gerente do BEP) e a professora Durvalina Pereira dos Santos, que apesar de promotora de Justiça e de lecionar matemática, que sempre foi um bicho papão, jamais intimidava ou amedrontava seus alunos, como era um vezo dos professores de matemática da época.

Entre os alunos (e contando, confesso, com a ajuda do amigo Francisco Costa, radialista e fiscal da SEFAZ, de elefantina memória) cito: Zé Bacharel (da família Chaves, vereador em várias legislaturas), Farias, Edmilson e Carlos Leite, João Rocha, Paulo Paiva e José Nascimento (Zé Rosinha), recentemente falecido, que veio a se formar em medicina. Sem dúvida, cada um seguiu o caminho que lhe coube percorrer, embora eu os tenha perdido de vista nas muitas esquinas e desvãos da vida e do tempo.

Feita esta última e sacra estação em busca do tempo perdido nos esconderijos de um passado de mais de quatro décadas, fui à procura do pote de ouro no Arco-Íris, sítio dos amigos Raimundo Lima e Benedita, juízes aposentados.

Quando Raimundo adquiriu essa fazenda, pediu algumas sugestões para lhe mudar a designação. Por ser poeta e admirador de Manuel Bandeira, sugeri-lhe “Pasárgada”, título de um belo poema do velho bardo e nome da velha cidade persa de Ciro, e “Vale do Marataoã”, por ficar à margem esquerda do histórico rio, outrora integrante do topônimo da ancestral cidade de Barras.

Ao chegar, foi que fiquei sabendo: ia ser comemorado o aniversário do bravo Raimundo. Não irei revelar de quantos anos. Foi uma linda festa, sem som volumoso e estridente, e sem cachaçada. Os irmãos, primos, sobrinhos, tios, genros e noras se estimavam, mas não houve necessidade de selfie. À sombra do alpendre e de um pé de mama-cachorro, personagem do livro infanto-juvenil do dono da casa, mantive uma agradável palestra com este, com o irmão Josué Bonfim e José Pedro Araújo.

Antes do almoço o Lívio Bonfim, casado com Lara Larissa, romancista e cronista, filha dos donos da casa, proferiu uma bela oração de agradecimento a Deus, por todas as dádivas recebidas, inclusive o alimento, que, por sinal, foi um manjar digno de deuses da gastronomia. E que me fez pecar, tal a gula de que fui justamente acometido.

Vamos dialogar com a nova geração?

 * Pádua Marques

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Faz um bom tempo que venho falando nisso. E olhe que muito e muito antes de concorrer, ser eleito e tomar posse na Academia Parnaibana de Letras: a necessidade imperiosa de nossa geração, a geração de escritores com mais de sessenta anos, cabelos brancos e cobertos pelo azinhavre da fama antiga, descerem do altar ou da prateleira pra conversar com esta meninada que anda escrevendo e renovando a nossa literatura, os novos cronistas, poetas, atores, artistas plásticos, contistas e romancistas.

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Se lembro bem um dos primeiros garotos que vi se interessando por literatura logo que cheguei em Parnaíba foi o André da Silva Soares, entregador do jornal Diário do Povo e O Dia ali na Almirante Gervásio Sampaio quando eu estava colaborando com uma coluna de economia e negócios no jornal Correio do Povo, do Zé Luiz de Carvalho e do F. Carvalho. O André chegou a escrever um livro de poesias, O Colibri.

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Menino muito pobre vindo lá dos lados do Igaraçu era quase arrimo de família.  Depois de muita persistência e sacrifício fez curso de letras na UESPI e hoje é professor da rede municipal. A partir dele lá pelos idos de 1996, salvo engano, já pude observar que alguma coisa estava mudando.  Depois, eu sempre envolvido com essa coisa de cultura e que não dá dinheiro fui observando e acompanhando outros e mais outros. Até que lá pelo ano de 2007 conheci dois rapazes, primos, Cláucio e Daniel Ciarlini.

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Estavam eles vindo de uma experiência de fazer literatura no sentido exato da palavra, como se conhece, essa coisa de escrever livro e tudo mais. Mas estavam agora criando um jornalzinho do tamanho de uma folha de papel ofício e com um nome pra lá de esquisito, Opiagüi.

Confesso que naquela noite de 2007 na biblioteca estadual da avenida São Sebastião eu achei que aqueles garotos seriam mais uns garotos rebeldes brincando com o fogo de fazer literatura numa terra onde ninguém ao que sabemos gosta de ler.

Eles foram audaciosos a ponto de entregar logo, assim na lata, um exemplar ao governador Wellington Dias que na ocasião estava fazendo uma visita, inauguração, sei lá o quê. Estavam juntos do Arlindo Leão. E até tiraram foto e tudo o mais.

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Agora passados dez anos e mostrarem neste tempo todo que não estavam pra brincadeira o Opiagüi Culturalista tem uma legião de colaboradores. Tem revelado outros tantos e até eu andei fazendo passagem em suas páginas com minhas crônicas. Eu poderia ficar aqui falando o tempo todo sobre este trabalho desses dois garotos e as amizades e conquistas que tiveram. Mas vou voltar e insistir nessa possibilidade de nós escritores sessentões puxarmos a cadeira e sentar pra uma conversa com essa juventude.

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Eu imagino que a uma altura dessas propor que nós da Academia Parnaibana de Letras convidemos jovens escritores pra uma roda de conversa será visto como ousadia demais ou sinal de que estamos procurando nos aproveitar do momento deles. Os jovens escritores da Parnaíba estão muito mais engajados, unidos e melhor informados do que nós. E sabem utilizar toda essa enciclopédia da modernidade para desenvolverem seus trabalhos, coisa difícil imaginar em nós quando tínhamos a idade deles.

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Estou pensando, agora que chegamos à diretoria da APAL, o presidente José Luiz de Carvalho promova talvez ainda neste ano ou no seguinte uma grande mobilização e que nesta mobilização esteja a de nos aproximar dessa gente nova que está fazendo literatura. Aquela coisa de cada lado mostrar o que fez, o que está fazendo e o que pode ser feito. Pra gente acabar de vez com essa acomodação que faz um mal danado pras juntas. * Pádua Marques, cadeira 24 da APAL

Dante Ponte de Brito lança livro sobre publicidade subliminar e as relações de consumo.  

 

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O advogado parnaibano Dante Ponte de Brito lança na noite desta sexta-feira 06 de outubro na Livraria Anchieta em Teresina o livro Publicidade Subliminar na Internet – identificação e responsabilidade nas Relações de Consumo. Em 2011 já havia lançado A Publicidade na Internet e @ Violação dos Direitos do Consumidor.

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Graduado em Direito e Mestre em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal da Paraíba, é advogado atuante nas áreas do Direito Civil e do Consumidor, professor em vários cursos jurídicos.

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Tem ainda escritos e publicados, Direito, Informática e Internet: os desafios do Operador do Direito na Definição e na Apuração da Responsabilidade Civil e O Direito e a Economia na Era Digital. O primeiro foi lançado na 57ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em 2005 e o segundo no Programa de Pós Graduação em Ciências Jurídicas, CCJ/ UFPB.

Dante Ponte de Brito é filho da professora, advogada, escritora, membro da Academia Parnaibana de Letras, da Academia de Ciências do Piauí e do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Parnaíba, Dilma Ponte de Brito e do administrador de empresas José Ademir de Brito. Fonte: APAL. Fotos: web. Edição: APM Notícias.

O Piagüí Culturalista lança site próprio nos dez anos de criação.

 

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O editor do periódico O Piagüí Culturalista, professor e poeta Cláucio Ciarlini, anunciou nesta quinta-feira dia 05 de outubro que dentro da programação dos dez anos de circulação do jornal está sendo lançado o site www.opiaguivirtual.com.br com o objetivo de divulgar artigos, notícias, informações de natureza cultural de Parnaíba e região.

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Segundo Cláucio Ciarlini o site está aberto à colaboração de todos aqueles que se interessam pela cultura. Os interessados podem enviar seus artigos para o endereço piaguivirtual@gmail.com. “O site acompanha a evolução da tecnologia e coloca a produção literária jovem de Parnaíba ao alcance do mundo”, declarou o escritor e colaborador Pádua Marques, da Academia Parnaibana de Letras.

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O jornal deve lançar no dia 05 de novembro por ocasião de seus dez anos de circulação um documentário com o título provisório de O Piagüí.

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No dia 05 de setembro foi lançado o livro Versania, uma coletânea poética com trabalhos de vinte jovens escritores de Parnaíba e região. Fonte: opiagui. Fotos: web. Edição: APM Notícias.